sábado, 10 de agosto de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero
Estudantes do ensino médio, universitárias, universitários e escolas podem se inscrever no 9º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero
http://spm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2013/07/31-07-estudantes-do-ensino-medio-universitarios-e-escolas-podem-se-inscrever-no-9o-premio-construindo-a-igualdade-de-genero
terça-feira, 23 de julho de 2013
ORIGENS DO FUTEBOL NO BRASIL, ELITISMO E PÓ-DE-ARROZ
Porém existem outros mitos em torno da origem desse esporte que é paixão
nacional e um dos símbolos da identidade do país. Foram os ingleses que
introduziram esse esporte no país? Era um esporte da elite branca? Houve ocasião
de jogador negro ter que colocar maquiagem, para dessa forma disfarçar a cor e
poder jogar?
Considerado o precursor do esporte, Charles Miller filho de um escocês e
uma brasileira de origem inglesa, nasceu no bairro paulistano do Brás viajou
para Inglaterra aos nove anos de idade para estudar e, ao retornar ao Brasil em
1894, trouxe na bagagem a primeira bola de futebol, uniforme e um conjunto de
regras. O primeiro jogo de futebol no Brasil foi realizados em 15 de abril de
1895 entre funcionários de empresas inglesas que atuavam em São Paulo. Os
funcionários também eram de origem inglesa. Este jogo foi entre Funcionários da
Companhia de Gás X Companhia Ferroviária São Paulo Railway, terminando em 4X2.
São Paulo Athletic Club
O
primeiro time a se formar no Brasil foi o São Paulo Athletic Club, fundado em
13 de maio de 1888, mas era um clube inglês de críquete que Charles Miller
convenceu a formar uma equipe de futebol, na qual o próprio jogava. O Sport
Club Rio Grande, da cidade de Rio Grande (RS), fundado em 19 de julho de 1900,
pelo alemão Johannes Minnemann, foi o primeiro clube criado no País com o
objetivo de manter equipes de futebol.
Quanto
ao pó-de-arroz, foi o Fluminense que ganhou de seus adversários essa pecha por
supostamente para permitir a entrada de um jogador negro em campo, tê-lo
obrigado a colocar pó-de-arroz para disfarçar a cor. Esse fato foi reacendido
em recente novela da TV Globo em que o protagonista representado pelo ator
Lázaro Ramos, reproduz esse suposto momento da história do futebol e também do
homem negro no Brasil. Tal fato foi rejeitado por ampla pesquisa feita por
Mário Filho que se transformou no livro O
Negro no Futebol Político. A imagem, porém ficou; bem como a ideia que era
um esporte de elite. Claro se formos olhar para os registros dos clubes no
início do século XX, teremos sim uma atividade esportiva restrita a elite,
porque todos os clubes – e todas as suas atividades – eram restritos a uma minoria branca,
endinheirada e europeizada. Mas se formos buscar os jornais do período e até
mesmo registros policiais, veremos as origens dos nossos famosos campos de várzea, hoje também já quase
extintos, pela explosão populacional e pela especulação imobiliária, nas
praias, praças e quaisquer espaços que permitissem o exercício da atividade por
populares de todas as classes sociais.
Fluminense em 1911
domingo, 21 de julho de 2013
Obsolescência Programada
Obsolescência programada é a decisão do produtor de
propositadamente desenvolver, fabricar e distribuir um produto para consumo de forma que se
torne obsoleto ou não-funcional especificamente para forçar o consumidor a comprar
a nova geração do produto. O produto é desenvolvido para durar apenas um período
programado pelo seu fabricante. Com esta prática, o consumidor já compra um
produto que tem validade mais curta do que deveria. O próximo passo é não
funcionar adequadamente após o limite estabelecido pela fábrica – aquele
produto que funciona que é uma maravilha durante o prazo de garantia - ou parar
de funcionar.
A obsolescência programada foi
criada, na década de 20,
pelo então presidente da General Motors Alfred Sloan. Ele procurou atrair os
consumidores
a trocar de carro frequentemente, tendo como apelo a mudança anual de modelos e
acessórios. Com a crash da Bolsa de Valores de New York em 1929, tornou-se uma
necessidade para manter as fábricas funcionando e garantir empregos.
O
seu maior divulgador ainda nos anos 30 foi o também industrial e designer
Clifford Brooks Stevens com a idea de “incutir no comprador o desejo de
possuir algo um pouco mais novo...antes do necessário!. É uma prática
intencional que tem sido aplicada por todas as empresas e aceita por governos e
pelo público consumidor também, em uma sanha louca de estar usando sempre o
aparelho da moda, principalmente nessas épocas de celular, tablets e congêneres,
com centenas de aplicativos que fazem mil coisas que mesmo que você não use,
tornaram-se símbolo de estatos.
Matéria publicada
no G1 indica que 80% do lixo eletrônico produzido nas nações ricas é destinado
aos países em desenvolvimento. Anualmente 40 bilhões de toneladas de lixo
eletrônico são produzidos, em que 70% vão parar na China e de lá são exportados
para outros países como Cambodja e Vietnã.
No documentário espanhol
“Obsolescência programada”, no português “Comprar,tirar, comprar” , de
2011, levantou discussão ao tema apresentando a prática da obsolescência
desde a indústria capitalista de 1930 e 1940. Motivado pelos mitos que circulavam
na internet a cerca de lâmpadas que duram para sempre em que
o inventor de repente desaparecia, a diretora Cosima
Dannoritzer decidiu fazer o filme para descobrir se havia
verdade por trás dos mitos. ”E, como se pode ver no filme, a
verdade é ainda mais estranha do que todos os mitos”, enfatiza.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Mediação na Cultura
O Itaú Cultural abre inscrições, a partir do dia 22 de julho, para a primeira edição do curso de mediação cultural. Realizados em São Paulo, na sede do instituto, os encontros visam à formação continuada na área, estimulando o diálogo e a troca de experiências entre os diversos tipos de profissional dedicado à cultura. O curso é gratuito e ocorre aos sábados, entre 31 de agosto de 2013 e 23 de agosto de 2014.
Orientado pela ideia de mediação cultural entendida não como um ato de transmitir algo a alguém, mas como uma oportunidade de dialogar e trocar experiências, o curso será ministrado por profissionais do campo acadêmico e também do campo da gestão prática. Entre os nomes já confirmados estão José Márcio Barros, Antonio Canelas Albino Ruim, Mila Chiovatto, Maria Helena Wagner Rossi e Amanda Tojal.
Para se candidatar é necessário preencher a ficha de inscrição aqui no site do Itaú Cultural, a partir do dia 22 de julho. Além disso, enviar pelo correio currículo e carta de intenção (até 1.000 caracteres), explicando a motivação para a realização do curso.
Confira mais
informações sobre o curso no site do Itaú Cultural.
Formação em
Curso: Mediação na Cultura e nas Artes
Inscrições:
segunda 22 de julho a segunda 5 de agosto 2013
Inscrições:
segunda 22 de julho a segunda 5 de agosto 2013
Período de
seleção:
terça 6 a sábado 17 de agosto
Período de realização:terça 6 a sábado 17 de agosto
sábado 31 de agosto de 2013 a sábado 23 de agosto de 2014
das 14 às 18h
Sala Vermelha – 35 vagas
Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 – São Paulo SP [estação Brigadeiro do metrô]
informações: 11 2168 1777 / 11 2168 1775 | atendimento@itaucultural.org.br | itaucultural.org.br | twitter.com/itaucultural | youtube.com.br/itaucultural | facebook.com/itaucultural
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Leilão Beneficente Pró-Criança - ARTES VISUAIS
Pinturas, fotografias e esculturas estão em leilão Beneficente para o Movimento
Pró-Criança.
Francisco Brennand, Gil Vicente, Pragana, Thiana Cunha, Sérgio Altenkirch e muitos outros artistas reúnem suas obras na ação que celebra os 20 anos da instituição.
Estão expostas no Espaço Cultural Maria Helena Marinho/Movimento Pró-Criança as obras de arte que compõem o acervo do 1° Leilão Movimento Pró-Criança 20 Anos. O evento beneficente, que terá renda revertida para a ONG, está recebendo lances on-line através do site www.leilaone.com.br. Os lances podem ser anônimos ou não e o pregão fica aberto na rede até 15 de agosto.
Francisco Brennand, Gil Vicente, Pragana, Thiana Cunha, Sérgio Altenkirch e muitos outros artistas reúnem suas obras na ação que celebra os 20 anos da instituição.
Estão expostas no Espaço Cultural Maria Helena Marinho/Movimento Pró-Criança as obras de arte que compõem o acervo do 1° Leilão Movimento Pró-Criança 20 Anos. O evento beneficente, que terá renda revertida para a ONG, está recebendo lances on-line através do site www.leilaone.com.br. Os lances podem ser anônimos ou não e o pregão fica aberto na rede até 15 de agosto.
Quem quiser ver as obras ao vivo basta dirigir-se até a sede do
Pró-Criança do Recife Antigo, na Galeria Frans Post, na Rua Vigário Tenório,
135. Os artistas que quiserem participar ainda podem também doar suas obras.
Coordenado pelo leiloeiro Joaquim De’Carli, o leilão já conta com peças de
Francisco Brennand, Thina Cunha, Pragana, Harue Ciarlini, Braz Marinho, Sérgio
Altenkirch, Gabriel Cavalcanti de Petribu, Poca Bradley, Zé Carlos, Isaac Hono,
Gil Vicente, Bete Gouveia, Ana Lisboa, Mané Tatu, entre outros.
20 anos - Fundado em 27 de julho de 1993 pela Arquidiocese de Olinda e Recife, o Movimento Pró-Criança atua na Região Metropolitana do Recife e conta com três unidades localizadas nos bairros dos Coelhos, Recife Antigo e Piedade. “Estamos convictos de que, no ambiente dos 19 municípios dessa Arquidiocese, existem recursos suficientes para solucionar o grave problema social das crianças em situação de risco e em situação de rua. O Movimento Pró-Criança é uma tentativa de organizar esses recursos materiais e humanos, oferecendo a todos a oportunidade de fazer o bem, salvando vidas humanas e mostrando, pela mudança nos quadros sociais das crianças nas ruas do Recife, que o trabalho compensa, e muito”, enfatiza Sebastião Barreto Campello, presidente da instituição. Para participar das atividades oferecidas pelo MPC, os alunos precisam estar matriculados, em outro turno, numa escola pública regular.
Serviço:
Leilão beneficente – Movimento Pró-Criança
20 anos - Fundado em 27 de julho de 1993 pela Arquidiocese de Olinda e Recife, o Movimento Pró-Criança atua na Região Metropolitana do Recife e conta com três unidades localizadas nos bairros dos Coelhos, Recife Antigo e Piedade. “Estamos convictos de que, no ambiente dos 19 municípios dessa Arquidiocese, existem recursos suficientes para solucionar o grave problema social das crianças em situação de risco e em situação de rua. O Movimento Pró-Criança é uma tentativa de organizar esses recursos materiais e humanos, oferecendo a todos a oportunidade de fazer o bem, salvando vidas humanas e mostrando, pela mudança nos quadros sociais das crianças nas ruas do Recife, que o trabalho compensa, e muito”, enfatiza Sebastião Barreto Campello, presidente da instituição. Para participar das atividades oferecidas pelo MPC, os alunos precisam estar matriculados, em outro turno, numa escola pública regular.
Serviço:
Leilão beneficente – Movimento Pró-Criança
Lances pelo site www.leilaone.com.br
Obras expostas na sede do MPC Galeria Frans Post, Rua Vigário Tenório,
135, Bairro do Recife. Fone: 3412 8989
www.movimentoprocrianca.org.br
Festival Internacional de Stop Motion do Brasil
Estão abertas as inscrições dos filmes para a mostra competitiva do III Brasil Stop Motion. Os filmes via internet devem ser enviados via Wetransfer.com (que anexa até 2Gb grátis) ou serviço similar, para o email filmes@brasilstopmotion.com.br
2. Apenas filmes realizados com a utilização da técnica de animação Stop Motion (conforme definição do item 3 deste regulamento) a partir janeiro de 2011, serão aceitos no Brasil Stop Motion 2013. Filmes já enviados nas edições anteriores do Brasil Stop Motion não serão considerados.
3. A animação em Stop Motion se define pelo movimento obtido com objetos tridimensionais ou figuras vivas, captados quadro a quadro, criando uma sequência de animação.
4. No caso de filmes que utilizem duas ou mais técnicas de animação, apenas aqueles que tenham mais de 75% do tempo em Stop Motion serão aceitos.
CATEGORIAS
5. Os filmes devem ser inscritos numa das seguintes categorias:
- Stop Motion até 10 minutos
- Stop Motion com mais de 10 minutos
SELEÇÃO E PREMIAÇÃO
7. O resultado da seleção dos filmes do Brasil Stop Motion será anunciado até o dia 15 de outubro de 2013.
8. O festival concederá, caso a Comissão Oficial julgue pertinente, premiação para as seguintes modalidades:
- Melhor Stop Motion de até 10 minutos
- Melhor Stop Motion de mais de 10 minutos
- Melhor Stop Motion Estudantil
- Melhor Stop Motion Brasileiro
- Melhor Stop Motion do Público
- Melhor Stop Motion Infantil
- Melhor fotografia
- Melhor roteiro
- Melhor direção de arte
- Melhor som
11. A premiação será definida pela Comissão Oficial formada por três membros de notório saber cinematográfico e/ou artístico, que anunciará o resultado na cerimônia de encerramento. A escolha dos premiados pela Comissão Oficial é soberana, irrevogável e atenderá a critérios estritamente técnicos, artísticos e éticos.
INSCRIÇÕES
12. A inscrição é gratuita e deve ser efetuada, exclusivamente, via online no site do festival, no endereço: www.brasilstopmotion.com.br
13. Cada filme deverá ser inscrito isoladamente, mesmo no caso de ser de autoria de um mesmo diretor/produtor com mais de um filme concorrente.
14. Na ficha de inscrição online, o participante deverá informar, em campo específico, o modo de envio do filme (online ou via Correios).
15. Fotos do filme e do diretor e sinopses também serão enviadas, exclusivamente, pela ficha de inscrição online.
ENVIO DOS FILMES
16. Os filmes poderão ser enviados online ou pelos Correios.
ENVIO DOS FILMES ONLINE
17. Deverá ser enviado um arquivo do filme no formato .Mov (Quick Time) – com Codec H264, nas dimensões HD ou Full HD. O envio poderá ser feito via Wetransfer.com (que anexa até 2Gb grátis) ou serviço similar, para o email filmes@brasilstopmotion.com.br
18. O nome do arquivo do filme enviado deve ser igual ao título do filme, como aparece na ficha de inscrição. Após o download do filme, o inscrito receberá um retorno da equipe do festival.
19. Cada filme deverá ser enviado online isoladamente mesmo no caso de um mesmo diretor/produtor com mais de um filme.
20. Idioma e legenda. O idioma oficial do festival é o português. Filmes com texto, diálogo, narração, cartelas e/ou música com letras em outras línguas que não a oficial, devem vir legendados em português. Caso contrário, deverá ser incluído, no envio online do filme, um outro arquivo (em .txt) com texto do filme em inglês ou português (diálogo, narração ou cartela), com indicação de time-code. Atenção: textos sem time-code serão desconsiderados.
ENVIO DOS FILMES PELOS CORREIOS
21. Os filmes deverão ser enviados, preferencialmente, via Sedex ou EMS.
22. Todas as remessas devem declarar valor do objeto inferior a US$ 5.00 (cinco dólares).
23. O material enviado de fora do país, deve conter no envelope a informação: MATERIAL SEM FINS COMERCIAIS - PARA FESTIVAL CULTURAL (NO COMMERCIAL VALUE, FOR CULTURAL PURPOSES ONLY).
24. Os filmes deverão ser enviados, via Correios, ao endereço abaixo:
- Brasil Stop Motion
2013
III Festival Internacional de Stop Motion do Brasil
A/C Ana Farache
Rua Dr. Vicente Meira, 82, apto 704
Espinheiro - CEP 52020-130
Recife, Pernambuco, Brasil
- Etiqueta com o endereço também pode ser encontrada para impressão no site no festival www.brasilstopmotion.com.br
* A verificação de que o filme esteja devidamente gravado é de responsabilidade de quem o inscreveu. Solicita-se que o DVD não inclua menu interativo e etiquetas colantes.
26. Cada DVD enviado deve ser acondicionado em embalagem apropriada com etiqueta no seu exterior, com indicação do título do trabalho, duração, nome e endereço do participante.
27. Idioma e legenda. O idioma oficial do festival é o português. Filmes com texto, diálogo, narração, cartelas e/ou música com letras em outras línguas que não a oficial, devem vir legendados em português. Caso contrário, deverá ser incluído, no DVD de dados, um arquivo (em .txt) de texto do filme em inglês ou português (diálogo, narração ou cartela), com indicação de time-code. Atenção textos sem time-code serão desconsiderados.
28. As despesas de postagem são de responsabilidade do concorrente. A coordenação do festival não se responsabiliza por extravios e outras despesas decorrentes do envio do material.
UTILIZAÇÃO DAS OBRAS
29. O responsável pela inscrição do filme autoriza o Brasil Stop Motion 2013 a utilizar um extrato de até 30 segundos do mesmo para efeitos de promoção na televisão e na internet, assim como as imagens estáticas (stills, making of ou frames promocionais da obra) para utilização em jornais e impressos.
30. O responsável pela inscrição do filme autoriza a coordenação do festival a promover exibições dos seus trabalhos selecionados e/ou premiados em atividades educacionais e culturais sem fins comerciais.
31. Além dos casos citados acima (itens 29 e 30), os filmes inscritos, selecionados e premiados não serão disponibilizados de forma integral sem o expresso consentimento do detentor dos seus direitos autorais.
32. O material enviado para a inscrição não será devolvido, ficando depositado no acervo do Festival Brasil Stop Motion.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Como registrar minha banda 2 ? (quando outro banda usa o mesmo nome da minha)
Qual atitude
tomar quando existe outra banda, grupo, produtora, empresa com o mesmo nome
(marca) que uso, eu não posso usar e registrar o nome? Talvez. No Brasil as
marcas são registradas por classes. São 45 classes diferentes, que reúnem
produtos ou serviços com afinidades. Então podemos ter a marca registrada para uma empresa em classe e para
outra na classe.
Se a empresa estiver
usando a marca para outro produto ou serviço, é bem possível que você possa
proteger sua marca. Além disso, se o uso for para a mesma atividade, mas você
tiver como provar que usa a marca há mais tempo, também há chance. É preciso
avaliar caso a caso.
Se você não
registrar, mas alguém fizer isso e sua empresa pode ser processada por uso
indevido de marca e o autor do processo poderá solicitar indenização. Essa
indenização varia entre 3% e 5% do faturamento bruto de sua empresa/marca nos
últimos cinco anos.
Caso
ele somente solicite que você pare imediatamente de usar, isso pode ser exigido
com um, dois ou mais dias, a critério do proprietário da marca (cabe ao juiz
concordar ou não com esse prazo). Você terá que desembolsar os valores
referentes a impressos, fachada, notas fiscais, veículos adesivados, e tudo que
for gasto na divulgação da empresa/marca. Pois O registro da marca garante ao
seu titular o direito de exploração comercial da marca, o direito de impedir
que terceiros imitem, reproduzam, importem, vendam ou distribuam produtos com
sua marca sem sua autorização.
Lembrando
que esse registro é na atividade fim a que se destina a marca. Por isso há a
possibilidade de registro de marcas iguais em classes diferentes por empresas
diferentes.
Caso a banda use o mesmo nome da sua e nenhuma das duas tenha registro não há meios para proibi-la de usar o nome a não ser na justiça. E mesmo assim, a justiça exigirá o registro antes de tomar uma decisão. E sempre terá que provar que usa a mais tempo do que o outro.
Maiores
detalhes no site do INPI, www.inpi.gov.br
, o passo a passo é bem didático, se você for para empresas especializadas,
poderá não ter trabalho mas pagará no mínimo o dobro.
domingo, 14 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
Reforma do Sistema Eleitoral 4: COLIGAÇÕES PARTIDÁRIAS
Relembrando
o que apresentamos Reforma do Sistema Eleitoral 1, sobre o voto proporcional:
“...se um candidato precisar de 100.000 (cem mil votos) para se eleger deputado
federal e obter 200.000 (duzentos mil) o segundo lugar do partido/coligação
dele também será eleito, mesmo que tenha apenas 01 (um) voto. E se em outro
partido o candidato tiver 99.999 (noventa e nove mil e novecentos de noventa e
nove) votos e os candidatos do partido/coligação dele não conseguirem ao menos
mais 01 (um) voto ele não se elege.” O que nos leva a atual situação do quadro
partidário brasileiro, com dezenas de legendas de aluguel - falei de aluguel
não nanicas, que é bem outra coisa -, uma estrema fragmentação partidária, e
centenas de vereadores, deputados estaduais e federais sem voto e
representatividade nas casas legislativas. Lembrar o caso do Deputado Federal
por São Paulo, o Tiririca, que obteve 1,35 milhão de votos, e que acabou
elegendo deputados que se fossem candidatos sozinhos não se elegeriam.
A
coligação (a união de vários partidos) para as eleições legislativas permitem
que o cidadão/eleitor vote em alguém e acabe elegendo outro, muitas vezes
desconhecidos e com ideais, muitas vezes contrárias ao esperado pelo votante.
Com
o fim das coligações para as casas legislativas o cidadão/eleitor teria maiores
possibilidades de controlar ou ao menos saber para quem vai de verdade seu
voto.
Reforma do Sistema Eleitoral 3: FINANCIAMENTO DE CAMPANHA ELEITORAL
O financiamento
de campanhas eleitorais no Brasil foi disciplinado, inicialmente, pela Lei n.
4.740, de 15.7.1965. Em 1971, o tema passou a ser disciplinado pela Lei n.
5.682, de 21.7.1971.
Contudo, é de
1993 o marco a partir do qual, a par da preocupação mundial com a realidade do
financiamento das campanhas eleitorais, a legislação eleitoral voltou-se de
forma mais efetiva ao trato da matéria. Nesse ano, a Lei n. 8.713, de
30.9.1993, inovou no tocante às normas para a administração financeira das
campanhas eleitorais, estabelecendo regras para a constituição dos comitês
financeiros das agremiações partidárias; estabelecendo a responsabilidade de
partidos e candidatos; estipulando formas de obtenção e movimentação de
recursos e de realização de despesas; limitando doações de pessoas físicas e
jurídicas; e, finalmente, instruindo a elaboração da prestação de contas à
Justiça Eleitoral.
Apesar de toda a
regulamentação e melhora dos mecanismos de controle o famoso caixa 2, com
contribuições irregulares para as campanhas eleitorais persistem, normalmente
pagas pelo eleito com milionários e superfaturados contratos durante sua gestão
no governo. O que não é exclusividade do Brasil, pois é fato recorrente em
muitos países com democracias representativas, como a nossa. Nos Estados Unidos,
por exemplo, as contribuições de pessoas jurídicas são proibidas, permitindo-se
apenas doações de pessoas físicas, como forma de diminuir a influência de
grandes empresas sobres os detentores de mandatos públicos.
Diante desse
quadro, o grande debate do momento tem sido o financiamento público de
campanhas eleitorais, em que se atribuiria um determinado valor para o custo de
campanha e os cofres públicos mediante um rateio cujas regras deverão ser
formuladas repassariam os valores aos partidos que por sua vez custearia a
campanha dos seus candidatos.
Fontes: Revista Eletrônica do TER/SC
TSE
Reforma do Sistema Eleitoral 2: VOTO DISTRITAL
Como já mostramos
as casas legislativa (vereadores, deputados estaduais e federais) com exceção
do Senado em que a eleição é majoritária tendo cada Unidade da Federação 03
(três representantes) são eleitos pelo sistema de voto proporcional. Uma das
proposta em debate para a REFORMA DO SISTEMA ELEITORAL-PARTIDÁRIO do Brasil e
não como se fala erradamente REFORMA DO SISTEMA POLÍTICO é o voto distrital.
Que Esse é um sistema em que cada membro do parlamento é eleito individualmente
nos limites geográficos de um distrito pela maioria dos votos (simples ou
absoluta). Para tanto, o país é dividido em determinado número de distritos
eleitorais, normalmente com população semelhante entre si, cada qual elegendo
um dos políticos que comporão o parlamento. Esse sistema eleitoral se contrasta
com o voto proporcional no qual a votação é feita para eleger múltiplos
parlamentares proporcionalmente ao número total de votos recebido por um
partido, por uma lista do partido ou por candidatos individualmente. As
propostas que estão em debate para o esse caso são duas:
1. Voto distrital: nesse tipo de votação, o Estado seria dividido em
vários distritos, e cada distrito elegeria um deputado por maioria simples (50%
dos votos mais um). Assim, o candidato mais votado é eleito.
2. Voto distrital misto: É uma
combinação do voto proporcional e do voto majoritário, de acordo com proposta
em tramitação no Senado. Os eleitores teriam dois votos: um para candidatos no
distrito e outro para as legendas (partidos). Os votos em legenda (sistema
proporcional) são computados em todo o estado ou município, conforme o
quociente eleitoral (total de cadeiras divididas pelo total de votos válidos).
Já os votos majoritários são destinados a candidatos do distrito, escolhidos
pelos partidos políticos, vencendo o mais votado.
Reforma do Sistema Eleitoral 1: VOTO PROPORCIONAL
Dentro do debate
sobre a REFORMA DO SISTEMA ELEITORAL-PARTIDÁRIO no Brasil e não da REFORMA
POLÍTICA como se fala equivocadamente, apresentaremos como contribuição ao
debate alguns esclarecimentos, de forma simples claro apenas como roteiro para
– quem assim desejar pesquisar mais.
As casas
legislativa (vereadores, deputados estaduais e federais) com exceção do Senado
em que a eleição é majoritária tendo cada Unidade da Federação 03 (três
representantes) são eleitos pelo sistema de voto proporcional. O principal
instrumento do sistema proporcional é o chamado quociente eleitoral. Esse
mecanismo define os partidos e/ou coligações que ocuparão as vagas em disputa
nos cargos de deputado federal, estadual e vereador. O quociente eleitoral é
determinado dividindo-se o número de votos válidos apurados pelo de vagas a
preencher em cada circunscrição eleitoral. Contam-se como válidos apenas os
votos dados a candidatos regularmente inscritos e às legendas partidárias.
Em outras
palavras, o quociente eleitoral é o resultado da divisão entre o número de
votos válidos apurados na eleição proporcional pelo número (tanto os nominais
quanto os de legenda - no numerador) de vagas da Casa Legislativa. Dessa forma,
define a quantidade de votos válidos necessários para ser eleito pelo menos um
candidato por uma legenda partidária.
Simplificando se
um candidato precisar de 100.000 (cem mil votos) para se eleger deputado
federal e obter 200.000 (duzentos mil) o segundo lugar do partido/coligação
dele também será eleito, mesmo que tenha apenas 01 (um) voto. E se em outro
partido o candidato tiver 99.999 (noventa e nove mil e novecentos de noventa e
nove) votos e os candidatos do partido/coligação dele não conseguirem ao menos
mais 01 (um) voto ele não se elege.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Golpe Militar no Egito: Para Entender a Crise
O Oriente Médio
esta em ebulição. Como as notícias dos jornais são rápidas boa parte da
população ocidental fica confusa com os carros bombas, conflitos, rebeliões e
guerras civis. Afinal, não são todos árabes e muçulmanos?
Na verdade não.
Esta parte do mundo é tão diversificada etnicamente, culturalmente,
religiosamente, etc. O Egito é uma mistura de árabes, beduínos, núbios, e
grupos minoritários grego, ingleses, franceses, italianos e em menor proporção
ainda judeus. Na verdade as questões citadas são usadas como instrumento nas
disputas de poder há séculos.
E não apenas no
Egito que lembrar que o mundo árabe não é homogêneo. Em nenhum sentido. A
Síria, por exemplo, tem divisões políticas enormes nem o nome Síria é
verdadeiro, pois os sírios desapareceram há séculos.
Afora a
influência ocidental moderna, lembrar que a Inglaterra dominou o país até o ano de 1922. E mesmo com a independência sob um regime monárquico continuou
dependente dela o que levou a uma série de intervenções militares que
inicialmente colocaram o regime sob tutela e depois, devido a divisões dentro
do próprio exército, com uma corrente liderada pelo general Nagib querendo
diminuir paulatinamente a influência militar e outra liderada pelo general
Nasser desejando aprofundar o papel do exército no governo o que levou a
proclamação da república em 1954, liderada pelo próprio Nasser até 1970, data
de seu falecimento.
Nasser inaugurou
um tipo de socialismo adaptado à realidade cultural árabe, aproximando-se da
União Soviética, mas não em um alinhamento automático. O governo do período era
visto como não-alinhado, pan-arabista e anti-imperialista. Combatia vivamente o
fundamentalismo religioso. Seu sucessor, o também militar Sadat aumentou a repressão tanto a oposição
política como os fundamentalistas que o acabaram assassinando em 1981 por ser
considerado traidor da causa árabe, o que permitiu a o então vice-presidente
Hosni Mubarak assumir o poder, o que significou nenhuma alteração em relação a
política interna e, com o fim da guerra fria uma maior aproximação com os
países ocidentais.
A manutenção da
mesma política e após mais de 50 anos de hegemonia militar acabaram estourando
em 2011 em uma imensa insatisfação popular, nos eventos da chamada Primavera
Árabe, que além de democracia e mais participação política, questionavam a
situação econômica do país que penaliza principalmente os mais jovens.
A
queda de Mubarak em 11 de fevereiro de 2011, força os militares que ainda
tentaram se equilibrar no poder, a convocar eleições em 23 de junho
de 2012,
vencidas por Mohamed Morsi, candidato da Irmandade Muçulmana. Que iniciou mesmo que de
forma lenta, um processo de aproximação com a idéia de islamização da
sociedade, que redundou em uma oposição cada vez maior por setores, que de um
lado perderam o poder que usufruíam no regime anterior e setores que não estão
representados no atual regime. Oposição esta que levou ao recente golpe com a
consequente suspensão da Constituição e a entrega da presidência ao chefe da Suprema Corte de Justiça do Egito, Adli
Mahmud Mansour.
Adli Mahmud Mansour
Lembrar
que muitos membros da Irmandade Muçulmana antes da adesão a política institucional
já pegou em armas, o que torna incerto os rumos do país com últimos
acontecimentos.
sábado, 29 de junho de 2013
Renato Russo Sinfônico
Tributo a Renato Russo no canal Multishow
Banda Excelente acompanhando a maravilhosa Orquestra
Sinfônica do Teatro Nacional
Sandra de Sá tentando cantar Mais do Mesmo, sem conhecer a
letra.
André Gonzalez (quem é esse?) cantando Ainda é Cedo
totalmente sem carisma.
Zélia Duncam bem que melhorou o nível com Sexo Verbal, mas a
péssima transmissão digital do Multishow não deixou funcionar.
Luiza Possi e Zizi Possi cantando Pais e Filhos, gosto de
Zizi, mas estão desconfortáveis no palco apesar de Luiza estar tentando.
Ann Marie Callhou solando ao violino Por Enquanto salvou o
show até agora.
Ivete Sangalo rockeira, cantando Monte Castelo – apesar de
todo o mérito como cantora - é uma apelação que Renato Russo e a Legião Urbana
não precisam.
Lobão cantando Perfeição deu charme e vigor ao negócio.
Ellen Oléria com o Teatro dos Vampiros legal.
Fernanda Takai faz o que sabe fazer com Giz.
Hamilton Holanda solando Índios com bandolim de 10 cordas,
simplesmente incrível.
Jerry Adriani com Tempo Perdido, cantou bem, mas a dancinha
totalmente dispensável.
Alexandre Carlo com Faroeste Caboclo, esquecendo a letra e
desconfortável fora do mundo do reggae.
Todos cantando juntos Será! Será? Será? Será? Será? Será? Será?
Será? Será? Será? Será?
Poxa! Levar o Negrete para isso, acrescentou o que?
O que se salvou do show?
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